Ele estava cansado. Uma poeira densa cobria o ar. Ele se sentia desorientado e humilhado. A dor era terrível. Por quanto tempo aguentaria?
Parou. Mirou o Chão. Se desesperou. Não encontrava forças. Pensou em desistir. Havia sangue no chão sujo. Seu próprio sangue…
De repente, ele a viu. Deu um grito e, num pulo, se agachou para ver melhor. Como poderia estar ali, o tempo todo, jogada no chão? Ele deve ter pisado nela várias vezes… e, nossa, como brilha! Como não havia pensado em procurar no chão?
Ele estava maravilhado. Seus pulsos pingavam, sujando de sangue a pedra fria do santuário. Suas pernas estavam dormentes. Mas ele se animou. Estava ajoelhado diante da chave.

06/30/2008 às 09:36 |
e então? e então? o que acontece depois?!?!
06/30/2008 às 09:52 |
Uau = D Ai que bonitinho que ficou, Elias! Também quero a continuação!!
07/1/2008 às 09:59 |
nossa, que ritual louco @.@
07/23/2008 às 09:23 |
+o+